Introdução às Missivas de Thales de Azevedo

Paulo Ormindo de Azevedo

É com grande satisfação que oferecemos ao público em geral as cartas do antropólogo e escritor Thales de Azevedo endereçadas a colegas trabalho, instituições culturais e amigos. A correspondência de um autor constitui uma fonte muito importante para a compreensão de sua evolução cultural, relação com outros intelectuais e os contextos históricos em que suas obras foram escritas. As correspondências de Clarice Lispector, Fernando Sabino, Manoel Bandeira e Mário de Andrade foram de grande valia para a crítica literária.

No campo científico destacamos as cartas de Oswaldo Cruz, Carlos Chagas e a troca de cartas no exílio entre o físico José Leite Lopes e o médico Haity Moussatché durante o regime militar de 1964. Muitas das correspondências de intelectuais brasileiros estão no Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil, CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas; no Centro de Apoio à Pesquisa Histórica Sergio Buarque de Holanda, CAPH da USP; e na Biblioteca Virtual Osvaldo Cruz.

Neste site estão apenas as correspondências enviadas por Thales de Azevedo, cujos originais deverão ser doados ao CPDOC que demonstrou interesse em recebê-las, bem como as correspondências a ele dirigidas, que esperamos possam ser cotejadas com as aqui reproduzidas. Grande parte dessa correspondência está em inglês e francês, que Thales falava fluentemente, e umas poucas em italiano. Para melhor compreender essas missivas é necessário historiar, brevemente, em que circunstâncias foram escritas.

Médico formado em 1927, ele clinicou no município de Castro Alves, no interior da Bahia, entre 1929 e 1933, quando escreveu os primeiros ensaios médicos já com preocupações sociais. Ampliaria sua atuação para as Ciências Sociais a partir de 1942, quando recebeu convite para ensinar Antropologia na recém-criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Bahia. Progressivamente ele vai se afastando da medicina e se transformando em um pesquisador e escritor em tempo integral, quando a universidade ainda não tinha esse regime, graças à parceria com a esposa, Mariá de Freitas David, que assume todas as tarefas domesticas, inclusive a gestão econômica da família. Duas personalidades tão diversas quanto complementares, que lograram fazer uma divisão perfeita de trabalho. Ele nunca viajou para atender a seus numerosos compromissos no país e no exterior sem a companhia dela. Devido ao seu proverbial medo de aviões, o casal viajava quase exclusivamente de navio ou ônibus.

No final do ano de 1941, ele foi com a família conhecer os parentes riograndenses de sua esposa, D. Mariá. Visitou todo o estado, escrevendo os seus primeiros artigos de caráter antropológico, que despertaram a atenção de Gilberto Freyre. Decidiu, na sequência, escrever sobre as áreas culturais do estado, o que resultou no livro Gaúchos: notas de Antropologia Social, publicado em 1943.

As primeiras correspondências de Thales de Azevedo datam do final da década de 1920 e eram endereçadas a autoridades eclesiásticas, como católico praticante e membro da Ação Católica que era. Para os seus colegas antropólogos, as missivas iniciadas em 1942 já compreendiam Gilberto Freire e mestres da Columbia University, como Melville Herskovits e Margaret Mead.

A partir de 1943, ele começou a pesquisa para uma monografia comemorativa do IV Centenário de Salvador, que resultou no premiado livro Povoamento da Cidade do Salvador (1949), obra seminal que seria a base de estudos posteriores sobre relações raciais, catolicismo popular, namoro tradicional e ciclos de vida. Tratava-se de uma historiografia revolucionária para sua época, com narrativa factual e olhar sociológico e antropológico, em linha semelhante à Nouvelle Histoire surgida na França com a revista Annales d’Histoire Économique et Sociale, criada por Marc Bloch e Lucien Febvre na década de 1930, propondo o estudo interdisciplinar da história, focado no cotidiano, nas formas de pensar e na longa duração dos processos históricos.

Em 1951, Anísio Teixeira o indicou, como representante da Secretaria de Educação e Saúde da Bahia, para coordenar e conceber, conjuntamente com o professor Charles Wagley, o Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia-Columbia University. Anísio visava com isso elaborar planos educacionais diferenciados para as principais regiões do Estado. Sob a orientação dos dois, quatro teses de doutorado foram desenvolvidas no âmbito desse programa em quatro contextos distintos: Village and Plantation life in Northeastemn Brazil, em São Francisco do Conde, no recôncavo baiano, sob a condução do doutorando Harry William Hutchinson (Bill) e sua assistente Carmelita Junqueira Aires; Town and Country in Brazil, na Chapada Diamantina/Rio de Contas, conduzida por Marvin Harris e a assistente Josildeth Gomes Consorte; Race relation in the Arid, no Sertão baiano, no município de Monte Santo, por Benjamin Zimmermann (Ben) e assistência de Giselle Valladares; e Economic Cycles in Brazil: The persistence of a total-culture parttern, cacao and other cases. na região cacaueira, por Antony Leeds. Infelizmente nenhuma dessas teses foi traduzida para o português.

A esses primeiros bolsistas do convênio Estado da Bahia-Columbia University se juntou Rollie Poppino, com uma bolsa da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência na Bahia, criada por Anísio Teixeira. Ele se doutorou com a tese Princess of the Sertão: a history of Feira de Santana. Esta tese foi traduzida e publicada na Bahia. O antropólogo Conrad Kottak, casado com Betty, filha de Wagley e Cecília, publicou Assault on Paradise acerca do impacto da modernização, do turismo e da contracultura (hippies) na comunidade pesqueira de Arembepe, no litoral baiano. Neste período, o antropólogo Carl L. Withers, colega de Charles Wagley e então ministrando cursos na atual UFRJ, visitou algumas vezes a Bahia e financiou o curso secundário de um menino pobre baiano, Jorge, tendo Thales intermediado a comunicação entre os dois.

Com a visibilidade obtida por esses estudos e os contatos da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência na Bahia, de que Thales era conselheiro, com a UNESCO, ele foi convidado por Alfred Métraux a escrever Les élites de couleur dans une ville béresiliene, UNESCO, 1953, um dos primeiros estudos antropológicos sobre relações raciais na Bahia. Este livro foi publicado como As elites de cor; um estudo de ascensão social. São Paulo: Ed. Nacional, 1955.

Indicado por Charles Wagley, Thales visitou a Columbia e outras universidades americanas, em 1952/1953, e ministrou um curso sobre Mudanças Sociais no Brasil na Universidade de Wisconsin, em 1959/60, a convite do Professor Alberto Machado da Rosa, do Centro Luso-Brasileiro daquela universidade. Voltou, em 1971, à Columbia para dar conferências e estreitou relações com Melville Herskovits e Margaret Mead. Em 1982 voltou à mesma universidade como professor visitante.

Ele se correspondeu também com os brasilianistas Thomas Skidmore e Shepard Forman e antropólogos e historiadores sociais europeus, como Emanuel J. Kadt, Magnus Mörner, John Russell Davis e C. R. Boxer, além do mexicano Juan Comas Campos e os portugueses Adriano Moreira, Ernesto Veiga de Oliveira, Jorge Dias, Maria Emília de Castro Almeida e Orlando Ribeiro.

Graças a essa tradição de estudos sociais na Bahia, sob a liderança de Thales, alguns outros doutorandos de universidades estrangeiras vieram desenvolver aqui suas teses, como: Eul Soo Pang, sobre o tema do coronelismo; Carlo Castaldi e Ralf Della Cava sobre religiosidade popular, e Daniel Gross sobre a cultura do sisal no sertão semiárido. As correspondências com esses autores, seus orientandos, esclarecem muitos aspectos de suas teses.

Por razões de família, Thales voltaria outras vezes ao Rio Grande do Sul. A partir de 1954, somado a isso veio o interesse em pesquisar sobre a imigração italiana no estado, o que resultou no premiado Italianos e Gaúchos: os anos pioneiros da colonização italiana no Rio Grande do Sul, de 1979. Foram seus correspondentes, nesse período, Dante Laytano, Francisco Riograndense de Macedo, Guilhermino Cesar, Jean Roche, Mário Gardelin, Ruben George Oliven e Walter Spalding entre outros.

Em 1955, organiza a II Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), quando foi criada a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), assumindo sua presidência em 1975/76, período em que realizou a X Reunião da ABA, cujas correspondências estão aqui reunidas separadamente. Daquela primeira reunião temos 46 cartas recebidas de participantes. Entre 1961 e 1982, participa de comissões de concursos de livre-docência e/ou titular de professores da USP e Unicamp, tais como Egon Schaden, Fernando Henrique Cardoso, Maria Isaura Pereira de Queiroz, João Batista Borges Pereira, Florestan Fernandes, Maria Manuela Carneiro da Cunha, Eunice R. Durham e Sérgio Micelli Pessoa de Barros, com os quais mantém frequente correspondência.

Católico praticante, como já referido, consegue conciliar sua formação científica com a sua vida espiritual. Em 1961 ele publicou Antecedentes do Homem, defendendo a teoria da evolução de Darwin. Anteriormente, em 1955, publicara Catolicismo popular no Brasil: um campo para a pesquisa social, despertando os cientistas sociais para esses estudos. Descrevendo a catequese dos Tupinambás, em 1958, ele usa o conceito de "aculturação" para denominar a fase inicial de conquista daqueles índios e "regímem de relação assimétrica" para a fase seguinte, quando ocorre a dominação da comunidade no aldeamento; uma precoce inovação teórico-conceitual dos estudos sobre a conquista dos nossos indígenas, como ressaltaram REESINK, E. B. & LINS REESINK, M. em artigo de 2023.

Como um dos pioneiros da Antropologia Social no país, ele se relacionou praticamente com todos os antropólogos, etnógrafos, sociólogos e historiadores sociais brasileiros, ou que trabalhavam no país, muitos dos quais foram convidados a participar de seus Seminários de Antropologia, na FFCL/UFBA, criado em 1953 e mantido semanalmente até a sua aposentadoria. Uma relação que não era apenas acadêmica, senão afetiva com mensagens a suas esposas e filhos e saudações dele e de D. Mariá que cativava todos eles com suas recepções em casa. Relações que foram mais frequentes e calorosas com Charles e Cecília Wagley, Maria Isaura Pereira de Queiróz, Florestam Fernandes e Renê Ribeiro.

Sua correspondência não se restringiu aos profissionais das Ciências Sociais. Ele trocou cartas com muitos literatos, não só pelo conteúdo de seus romances e crônicas que retratavam a vida social de seus personagens, como pelo próprio interesse literário, pois no final da vida incursionaria na ficção, escrevendo o conto/novela Foi Deus não acontecer nada, de 1984, ambientado na cidade de Castro Alves, e a novela histórica A filha do alferes: nos arredores das Guerras do Sul, de 1993. O primeiro foi publicado, em 1984, pela editora Ática, e o segundo em 1993, pela UFBA. Para escrever esta novela ele manteve uma enorme correspondência com José Gabriel da Costa Pinto, do Arquivo Nacional, José Américo G. de Barros, do Arquivo do Exército, e com diretores de arquivos militares do sul do país, em busca de informações sobre seu bisavô sergipano, José Antônio de Góes, o Zebeto, personagem da novela, que serviu como alferes em Bagé, no Rio Grande do Sul.

Esta é uma documentação primária importantíssima que pode colaborar para a elaboração de teses sobre os bastidores do Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia-Columbia University; a atuação da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência na Bahia, criada por Anísio Teixeira; a criação da ABA e do Instituto de Ciências Sociais da UFBA, fechado pelo regime militar, e a redação dos livros As elites de cor, Evasão de talentos, Italianos e Gaúchos, a novela A filha do alferes e numerosos ensaios sobre relações raciais, catolicismo popular, positivismo como religião civil brasileira, namoro tradicional e ciclos de vida.

Thales de Azevedo foi um intelectual muito disciplinado. Ele usou muito sua coluna semanal no jornal A Tarde como um balão de ensaio para sentir a reação de outros intelectuais sobre ensaios que estava escrevendo para comunicações em congressos ou para publicação em livros. Redigia diretamente na máquina de escrever e suas missivas eram datadas, copiadas em papel carbono e guardadas em caixas, o que facilitou muito a organização deste site. Ele sabia da importância dessa correspondência e que alguém iria publicá-la após sua morte. Tendo isso em vista, guardava tudo, i.e., cartas para colegas, para editoras de seus livros, para bancos, cópias de telegramas e até os envelopes das cartas não entregues.

Dadas a extensão e a diversidade dessas correspondências, que abrangem cerca de 1.700 itens, tentamos indexá-las tematicamente para facilitar a pesquisa por parte dos leitores. Apesar de uma mesma correspondência poder tratar de mais de um tema, classificamo-la pelo que nos pareceu o mais importante. Esta indexação não tem nenhum caráter epistemológico, apenas visa facilitar a localização de uma correspondência com um colega, parente ou amigo. Dada a informalidade de tratamento com os colegas, ele os tratava apenas pelo prenome ou apelido. Em função da nossa vivência pessoal com esses personagens e de acordo com o conteúdo das correspondências, procuramos completar seus sobrenomes. Não foi possível identificar a todos, mas os leitores, conforme o assunto da correspondência, poderão identificá-los e fazer comentários pelo e mail: contato@thalesdeazevedoantropologo.com.br.

Este novo site é o resultado de três anos de trabalho intenso, não apenas nosso, de dedicação e paixão pela memória de Thales de Azevedo, mas também da Profa. Ivana Severino, do Estagiário de arquivologia Niury Magarefe, do Estúdio RCweb e de meu irmão Thales de Azevedo Filho. Este, além da elaboração do primeiro site, que foi incorporado a este novo site sobre as missivas do antropólogo, ajudou a financiá-lo. A todos que trabalharam incansavelmente para a organização e disponibilização desta importante documentação sobre um dos pioneiros da Antropologia Social no Brasil, o nosso mais caloroso agradecimento.


1-Entre outros correspondentes podemos citar: Antônio Candido, Arthur Hehl Neiva, Augusto Arantes Neto, Câmara Cascudo, Ciro Berlinck, Candido Procópio Camargo, Cleodes Pizza Júlio Ribeiro, Darcy Ribeiro, Donald Pierson, Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes, Eduardo Galvão, Egon Schaden, Emílio Willems, Eunice R. Durham, Felte Bezerra, Florestan Fernandes, Geraldo Semenzato, Gilberto Freyre, Gilberto Velho, Heloisa A. Torres, Herbert Baldus, Hiroshi Saito, Ione Leite, Jean Roche, João Batista Borges Pereira, Johannes Augel, José Artur Rios, José Honório Rodrigues, Josildeth Gomes Consorte, Josué de Castro, Juanita Elbein dos Santos, Lia Zanata Machado, Luiz Aguiar Costa Pinto, Luiz Castro de Faria, Manuel Diegues Jr, Manoel Guimarães, Maria Manuela Carneiro da Cunha, Maria Isaura Pereira de Queiroz, Mário Souto Maior, Mariza Corrêa, Milton Santos, Octavio lanni, Olympio José Trindade Serra, Oracy Nogueira, Patrícia Nagytery, Pedro Calmon, Pierre Monbeig, René Ribeiro, Roberto Cardoso de Oliveira, Roberto DaMatta, Roger Bastide, Roque Laraia, Ruben George Oliven, Ruy Coutinho, Sergio Miceli Pessoa de Barros, Silvio Coelho dos Santos, Valentin Calderon de La Vara, Vivaldo da Costa Lima e Waldiki Moura.

2- A exemplo de: Afrânio Coutinho, Américo Jacobina Lacombe, Austregésilo de Athayde, Geir Campos, Helena Parente Cunha, Jorge Amado, Mario Vargas-Llosa, Mauro Mota, Otto Lara Rezende, Pedro Nava, Plinio Doyle, Telmo Padilha, Vasconcelos Maia, Zélia Gattai.


Critérios de classificação das missivas por tema As correspondências expedidas por Thales de Azevedo, em número de 1.697, estão organizadas por data de emissão e por temas. Vinte cartas não tinham datas e por isso vão anotadas como xx/xx/xxxx. Dentro de um tema é possível pesquisar um destinatário. Este mesmo destinatário pode ser encontrado também em outro tema. Os critérios que nortearam esta indexação foram os seguintes:

1- Antropologia (e Ciências Sociais): correspondências sobre Ciências Sociais em geral. Mantivemos agrupadas as correspondências relativas à II Reunião Brasileira de Antropologia, de 1955, e da X Reunião da Associação Brasileira de Antropologia, em 1976, coordenadas por ele.

2- Educação e Cultura: missivas relativas a manifestações culturais genéricas, não antropológicas, e sua atuação como literato e membro da Academia de Letras da Bahia e do Conselho de Cultura da Bahia.

3- Família e Amigos: cartas a parentes e amigos em comemorações marcantes de suas vidas.

4- História e Protagonistas: correspondências sobre a história da Bahia e do Brasil e atuação como membro e presidente do IGHB e institutos congêneres nacionais.

5- Instituições e Eventos: correspondências trocadas com instituições públicas, associações profissionais e académicas sobre participação em congressos e seminários.

6- Medicina e Saúde: missivas relacionadas à sua atividade como médico e dirigidas a associações profissionais e académicas médicas, bem como relacionadas à saúde pública.

7- Produção Editorial: correspondências com editoras de suas obras e de revistas científicas e culturais.

8- Referências: circulares, cartas não enviadas, atestados, recomendações e anotações diversas.

9- Relações financeiras: correspondências com bancos, especialmente estrangeiros, e pagamentos de assinaturas de revistas científicas.

10- Religião: relações com autoridades eclesiásticas, militância na Ação Católica e estudos sobre catolicismo popular no país.

Manual do Site Missivas de Thales de Azevedo

1. No Links do menu principal do Site aparecerão três alternativas: "Introdução às Missivas de Thales de Azevedo", "Correspondências enviadas" e "Correspondências recebidas". Em "Correspondências enviadas", você pode escolher entre "Todos os temas ordenados por data" e "Correspondências por temas".
2. Escolha uma delas. Se seu interesse é especialmente um destinatário, escreva em "Digite para busca", na parte superior, de "Correspondências enviadas" o nome dele e aparecerá toda a sua correspondência dividida em lotes de 20 cartas com datas, espécies e temas.
3. Escolha uma correspondência e clique em "Visualizar", no lado direito, e aparecerá a correspondência em PDF. Clique sobre sua imagem para ampliar ou diminuir utilizando o botão de rolagem do mouse. Fora da imagem, clicando no botão direito do mouse é possível ter acesso a "Salvar como" e "Imprimir". Os usuários do Chrome podem ter acesso a "Pesquisar com o Lens", que não é uma lupa, senão uma descrição do documento feita pela IA.
4. Para realizar outra consulta, role a correspondência até o fim e aparecerá as opções: "Anterior", "Voltar" (para retornar à página visualizada) e "Próxima".

Os mesmos procedimentos se aplicam a "Correspondências recebidas"

Boa pesquisa!

Ficha Técnica do Site
Título: Missivas de Thales de Azevedo
Site: https://thalesdeazevedoantropologo.com.br
Concepção e coordenação geral: Prof. Paulo Ormindo de Azevedo.
Indexação original das correspondências (CO.SO.EX- xxxx): Profa. Ivana Severino.
Escaneamento das correspondências: Estagiário de arquivologia Niury Magarefe.
Classificação temática das correspondências: Prof. Paulo Ormindo de Azevedo, Profa. Ivana Severino e Niury Magarefe.
Textos e revisão geral da classificação: Prof. Paulo Ormindo de Azevedo.
Programação do site: RCWeb
ISBN- xxxx: Palavras chaves: 1 - Thales de Azevedo, 2 – Correspondências, 3 - Ciências Sociais, 4 – Historiografia.
E-mail: contato@thalesdeazevedoantropologo.com.br